Merci d'etre parmis nous*Thank you for being among us* Gracias por estar entre nosotros*Obrigado por estar entre nós* Grazie per essere in mezzo a noi* Danke, dass Sie bei uns* Спасибо за то, что среди нас*Terima kasih kerana menjadi antara kita*私たちの間にいてくれてありがとう* شكرا لك لأنك بيننا

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Ismália - Alphonsus de Guimaraens


Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar…
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar…
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar…

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar…
Estava perto do céu,
Estava longe do mar…

E como um anjo pendeu
As asas para voar…
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar…

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par…
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar…



´´Nomear um objeto é suprir as três quartas partes do gozo do poema, gozo que consiste em adivinhar pouco a pouco; sugerir é aí o sonho. O perfeito uso desse mistério constitui o símbolo; evocar pouco a pouco um objeto para mostrar um estado de alma, ou, inversamente, escolher um objeto e desprender dele um estado de alma mediante uma série de decifrações. `` (Mallarmé)

O termo Simbolismo pretende designar um estilo poético cuja principal característica é evitar a descrição ou nomeação direta dos fatos e relações reais. Para isso, seria necessário recorrer com máxima frequência a símbolos poéticos, isto é, a meios indiretos de apreender aspectos vagos, fugidios ou espirituais da realidade. É claro que em todos os estilos de época a Literatura se serve de símbolos, mais do que de palavras presas à realidade imediata, mas a questão é que o Simbolismo pretendia fazer disso sua característica principal.

A poesia, com o Parnasianismo, afastou-se de sua essência de liberdade e singeleza criadora, tornando-se demasiadamente formal, artesanal e exterior. Reagindo contra esse tipo de literatura, surgiu na França um movimento a princípio chamado de Decadentismo. Seus adeptos, decadentes ou nefelibatas, isto é, habitantes das nuvens, tinham por base as ideias de Baudelaire, Verlaine e Mallarmé. Aliás, curiosamente vários deles haviam começado suas carreiras literárias publicando seus poemas na revista porta-voz do Parnasianismo, Le Parnesse Contemporain. Em 1886, Jean Moréas propôs a troca do termo decadente por simbolista.

A trajetória do Simbolismo brasileiro foi paralela à do Parnasianismo. Começou com a publicação de duas obras de Cruz e Sousa: Missal (poemas em prosa) e Broquéis (versos), ambas de 1893, e terminou com a publicação da obra Canaã, de Graça Aranha, em 1902. Por seu subjetivismo, o Simbolismo apresenta algumas semelhanças com a poesia romântica, porém a grande diferença reside na linguagem bem mais trabalhada dos simbolistas, que procuram obter variados efeitos rítmicos e sonoros. Além disso, os simbolistas manifestam acentuado gosto pelo vocabulário litúrgico e religioso, o que dá a seus textos um ar de misticismo e espiritualidade ausentes no Romantismo. Além de Cruz e Sousa, os nomes mais destacados no Simbolismo brasileiro são: Pedro Kilkerry, Dário Veloso, Emiliano Perneta e Alphonsus de Guimaraens.

A poesia de Alphonsus de Guimaraens é de caráter cristão. Sua visão de mundo terreno é crepuscular: desagregam-se pessoas e objetos, encaminhando-se para um mundo de uma plenitude sonhada de sentido místico. 

Comentários sobre o poema

Para receber o conteúdo completo (análise do poema), entre em contato através do e-mail:
literaturacomentadablog@gmail.com
Obs: Este Blog não possui patrocinadores. Contribua para mantê-lo atualizado.


Atividades propostas

1. Em todas as estrofes aparecem antíteses. Destaque-as. Elas culminam na maior de todas as oposições. Qual é ela?

2. Como é tratada a loucura no texto? E o sonho? Qual a relação entre eles?

3. A sublimação está presente no texto? Justifique.


4. Explique como se manifesta o neoplatonismo na última estrofe do poema.





No poema Ismália, entre duas imagens da lua (céu/mar), a personagem enlouquecida alça o voo de seu ´´sonho``, simetricamente, subindo ao céu e descendo ao mar.

O texto situa-se na parte de sua obra que se inclina a buscar algumas sugestões de forma e conteúdo na tradição poética medieval. Os versos são, a propósito, breves e cadenciados. O poeta faz uso da redondilha maior (versos de sete sílabas métricas); forte musicalidade rítmica através das rimas alternadas (abab), agudas (oxítonas) e toantes (apenas sonoras), e de repetições (estrutura paralelística como ´´Viu uma lua no céu / Viu outra lua no mar``).

Toda a simplicidade formal, no entanto, contrasta com a complexidade psíquica que explora: a loucura (o tema loucura, assim como o tema da morte, fazem parte da poesia Simbolista). Nele se narra uma história, a história da loucura de Ismália. Mas em favor da plena realização do texto como poesia surge a ideia de que para os loucos tudo é simples e praticável: até querer a lua. Ismália, então, obcecada pelo mais legítimo e puro dos desejos, parte em demanda de seu objetivo não ligando a mínima para as consequências daí provenientes. Aliás, morrer, para um certo tipo de pessoa, é mesmo alcançar o bem supremo: a um só tempo a lua do céu (com a alma) e a lua do mar (com o corpo).

As antíteses ´´céu`` e ´´mar``, em todas as estrofes do poema, querem marcar bem a oposição ´´alma`` e ´´corpo``, até o final em que a alma (abstrato), junta-se a ´´céu`` (abstrato); e corpo (concreto) junta-se a ´´mar`` (concreto). A linguagem é subjetiva (repare que as próprias reticências reproduzem uma certa imprecisão e sugestão), mas o suicídio de Ismália é uma conclusão objetiva a que chegamos. Isto é comum ao simbolismo: através de uma linguagem francamente subjetiva, chega-se a captar um fundo às vezes bastante objetivo.


A 1.ª estrofe desencadeia uma sequência de imagens com as quais o sujeito poético atribui uma dimensão lírica e metafísica à loucura de Ismália. A partir do momento em que enlouqueceu, Ismália ´´Pôs-se na torre a sonhar... ``, isto é, tornou-se como que superior em relação ao real e entregou-se a um onirismo – ´´Viu uma lua no céu, / Viu outra lua no mar`` – que pode significar busca de unidade cósmica, de reunião do corpo ( a lua do mar) com a alma ( a lua do céu). Esta parte condensa tudo que o leitor precisa saber sobre Ismália como pessoa comum. O verbo no pretérito marca a passagem racional para o irracional. A partir daí, a fragmentação da alma (esquizofrenia, de squizo ´´dividido`` e frenos, ´´mente``) se encarrega da hesitação adoidada do desejo, que ora pende para a lua, ora para o mar.

Na 2.ª estrofe, percebemos um certo simbolismo bíblico: ´´Banhou-se... `` ( o batismo, cerimônia iniciática; a oração extrema), ´´... subir ao céu`` (ascensão da alma); ´´descer ao amar`` (voltar às origens aquáticas e minerais da vida). O verso ´´No sonho em que se perdeu`` nos informa que Ismália já não tinha mais noção racional da realidade. O Simbolismo, como reação ao materialismo científico, procura ser uma arte antirracional e antilógica; daí seu interesse por zonas ocultas da mente humana (o inconsciente e o subconsciente), não conhecidas nem controladas pela razão. Palavras como ´´Enloqueceu``e ´´sonhar``, se associam à pesquisa simbolista do subconsciente e à preferência pelo universo espiritual.

A 3.ª estrofe é a mais profunda do poema: o canto ´´desvairado`` em muitas tradições é a manifestação divina da loucura, onde se decide o destino de Ismália (´´perto do céu... longe do mar. ``). Este é o momento medial e apocalíptico do poema. As duas primeiras e as duas últimas estrofes são mais empíricas, mais descritivas. O verso ´´Na torre pôs-se a cantar`` sugere principalmente que Ismália, por considerar-se perto do céu, poderia já estar identificando-se como um anjo.


Ao se atribuir a Ismália a condição de louca, na 4.ª estrofe justificam-se seus desejos ao mesmo tempo absurdos e verdadeiros: o desejo de voar e de abraçar ´´as luas``. De acordo com a visão de mundo dos simbolistas, tal desejo é a libertação do mundo concreto e real; a transcendência; a integração com o cosmos. O corpo é a parte material do ser e , portanto, um empecilho para a transcendência. A razão aprisiona o homem à esfera da lógica e do real. Em contraposição, o subconsciente e o sonho, livres da razão, lançam o homem ao domínio do insólito e da liberdade. Os versos ´´E como um anjo pendeu / As asas para voar`` indicam que Ismália fez movimentos como a intenção de preparar-se para alcançar voo.


A 5.ª estrofe é marcada pela sublimação: o processo da loucura que culmina com a morte, entendida como encontro entre o corpo (matéria) e alma (espírito) como completude. Ao morrer (um suicídio) a alma de Ismália ´´sobe ao céu``, enquanto seu corpo ´´desce ao mar``, com o movimento das ´´asas que Deus lhe deu ``. Ou seja, ela reencontra a unidade perdida, a transcendência, a transfiguração para a dimensão espiritual e metafísica da existência. A alma subiu para atingir a lua verdadeira; o corpo desceu para a ilusão da lua, para o reflexo da lua ( a lua do mundo sensível). O ideal de Ismália foi atingido, afinal, de acordo com o conceito simbolista, por meio da morte Ismália transcende e integra-se ao cosmos.

31 comentários:

  1. otimo blog!
    simples e direto, npoa deixando de ser interessante!
    abs

    ResponderExcluir
  2. Estou passando para avisar que estou te seguindo, prometo comentar em breve !Agradeço se puder seguir!
    http://medicinepractises.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  3. Oiie!!
    Adorei esse poema mto lindo
    segue pf?
    www.e-blogdaluiza.blogspot.com
    Bjjs

    ResponderExcluir
  4. Hi, Nelson, came here to visit u back. Have a great day :)

    ResponderExcluir
  5. I visit to your blog...and I like this artikel....

    ResponderExcluir
  6. It was wonderful reading this post. Although I had to use a translator.:):)
    Congratulations from Madrid.

    ResponderExcluir
  7. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  8. Waw! tu entrada es muy profunda creo que voy a copiarlo y a traducirlo porque no todo entendí jeje, pero se nota lo copado! :D ahh y te voy a seguir :)

    ResponderExcluir
  9. Ho scoperto che posso leggere in italiano il tuo blog.
    Fantastico!

    ResponderExcluir
  10. Precioso poema, con una gran carga de significados, y magnífica interpretación.
    Ismália, en su locura o en su cordura, da lo mismo, aspiraba a la máxima aspiración del ser humano, que es la de vivir más allá de la muerte.
    A mi modo de ver, el mar, también simboliza la vida. El, percibía dos forma de vivir, una arriba, y otra abajo.
    Se sumergió en el mar, para seguir viviendo y alcanzar la de más arriba, es decir, la espiritual.
    En las alas y en el vuelo, radicaba su libertad.
    Felicidades
    Saludos, María Jesús

    ResponderExcluir
  11. Saludos desde arocenablow. Disculpa mi desconocimiento de tu idioma.
    Estoy preparando un post sobre Pessoa, en español,
    felicitaciones por el blog.

    ResponderExcluir
  12. "- Ce qui est important, ça ne se voit pas...
    - Bien sûr...
    - C'est comme pour la fleur. Si tu aimes une fleur qui se trouve dans une étoile, c'est doux, la nuit, de regarder le ciel. Toutes les étoiles sont fleuries.
    - Bien sûr...
    - C'est comme pour l'eau. Celle que tu m'as donnée à boire était comme une musique, à cause de la poulie et de la corde... tu te rappelles... elle était bonne.
    - Bien sûr...
    - Tu regarderas, la nuit, les étoiles. C'est trop petit chez moi pour que je te montre où se trouve la mienne. C'est mieux comme ça. Mon étoile, ça sera pour toi une des étoiles. Alors, toutes les étoiles, tu aimeras les regarder... Elles seront toutes tes amies. Et puis je vais te faire un cadeau...
    Il rit encore.
    - Ah! petit bonhomme, petit bonhomme j'aime entendre ce rire !
    - Justement ce sera mon cadeau... ce sera comme pour l'eau...
    - Que veux-tu dire ?
    - Les gens ont des étoiles qui ne sont pas les mêmes. Pour les uns, qui voyagent, les étoiles sont des guides. Pour d'autres elles ne sont rien que de petites lumières. Pour d'autres qui sont savants elles sont des problèmes. Pour mon businessman elles étaient de l'or. Mais toutes ces étoiles-là se taisent. Toi, tu auras des étoiles comme personne n'en a...
    - Que veux-tu dire ?
    - Quand tu regarderas le ciel, la nuit, puisque j'habiterai dans l'une d'elles, puisque je rirai dans l'une d'elles, alors ce sera pour toi comme si riaient toutes les étoiles. Tu auras, toi, des étoiles qui savent rire !

    […]

    - Ah! tu es là...
    Et il me prit par la main. Mais il se tourmenta encore:
    - Tu as eu tort. Tu auras de la peine. J'aurai l'air d'être mort et ce ne sera pas vrai...
    Moi je me taisais.
    - Tu comprends. C'est trop loin. Je ne peux pas emporter ce corps-là. C'est trop lourd.
    Moi je me taisais.
    - Mais ce sera comme une vieille écorce abandonnée. Ce n'est pas triste les vieilles écorces...
    Moi je me taisais.
    Il se découragea un peu. Mais il fit encore un effort:
    - Ce sera gentil, tu sais. Moi aussi je regarderai les étoiles. Toutes les étoiles seront des puits avec une poulie rouillée. Toutes les étoiles me verseront à boire...
    Moi je me taisais.
    - Ce sera tellement amusant ! Tu auras cinq cents millions de grelots, j'aurai cinq cents millions de fontaines...
    Et il se tut aussi, parce qu'il pleurait...
    - C'est là. Laisse-moi faire un pas tout seul.
    Et il s'assit parce qu'il avait peur.
    Il dit encore:
    - Tu sais... ma fleur... j'en suis responsable ! Et elle est tellement faible ! Et elle est tellement naïve. Elle a quatre épines de rien du tout pour la protéger contre le monde...
    Moi je m'assis parce que je ne pouvais plus me tenir debout. Il dit:
    - Voilà... C'est tout...
    Il hésita encore un peu, puis il se releva. Il fit un pas. Moi je ne pouvais pas bouger.
    Il n'y eut rien qu'un éclair jaune près de sa cheville. Il demeura un instant immobile. Il ne cria pas. Il tomba doucement comme tombe un arbre. Ça ne fit même pas de bruit, à cause du sable".

    Le Petit Prince - Chapitre XXVI
    Antoine de Saint-Exupéry


    Una mirada sobre la amistad, el amor, la muerte…

    entre el agua, la arena y… las estrellas.



    Si me permites, envío un saludo a María Jesús. Pienso, al igual que ella, que el mar algo tiene que ver con la vida. Es posible que su presencia en nuestra geografía, permita que vivamos bañados, envueltos, en agua, y luz de estrellas, luz de luna.


    Abraços

    ResponderExcluir
  13. Nelson,

    I have never read any poem by Alphonsus de Guimaraens before. However, it's been the best and most beautiful description of a suicide I've ever read.

    I really enjoyed the way you analyzed the poem. And although I am not a literature professor at the university where I work, I must say that it does not lack any bit! You must be highly sensitive for literature.

    By the way, this particular piece of poetry made me remember Emily Dickinson. (Have you read this female American poet before?) Guimaraens does describe Ismalia's suicide beautifully; Dickinson talks about what happens after death, and what you get to hear is a "fly." A bit bizzare from my point of view, but it's valid in poetry.

    See the poem here, if you have not read the poem I am talking about: http://academic.brooklyn.cuny.edu/english/melani/cs6/fly.html

    By the way, thanks for visiting my Pronunciation 1 Class Blog (http://bin-02.blogspot.com/) It looks like you are interested in several things.

    Best wishes from Costa Rica,

    Jonathan

    ResponderExcluir
  14. hi....
    nice blog....
    visit me http://meisandra.blogspot.com

    ResponderExcluir
  15. Nelson...

    reflexiones:

    ¿estamos todos completamente seguros de que se trata de un suicidio?

    ¿qué es realmente un suicidio? ¿qué connotaciones tiene esa palabra, concepto? ¿solamente poner fin a la vida de forma usualmente drástica y consciente?

    ¿puede estar encubierto un suicidio tras la apariencia de una muerte natural?

    ¿límites entre suicidio - muerte natural?

    ¿ciertas enfermedades tienen un trasfondo psíquico? ¿podrían entonces considerarse formas de suicidarse, buscar o desembocar en la muerte?

    ¿el desencanto conduce a lo que llamamos suicidio, muerte, a ambas...?



    observación en diferente sentido:


    ¿podríamos pensar que Imália no muere físicamente? ¿que su cuerpo está en tierra (mar) y su alma en otro lugar (cielo)? ¿cuándo una persona tiene su cuerpo en tierra y su alma en cielo?


    Mis disculpas por tantas preguntas que posiblemente pudieran reducirse a una o dos. En algunas de ellas figura implícita la respuesta; puesto que estamos en un lugar interactivo, agradecería otras opiniones, tuyas o de cualquier persona que se encuentre interesada.



    Un abrazo

    ResponderExcluir
  16. Legal gostei do seu Blog, abraço muito sucesso,vou de seguir>

    ResponderExcluir
  17. gostei tambem do seu Blog, abraço muito sucesso.
    vou de seguir no seu>

    ResponderExcluir
  18. Τhe last week of 2010 & heartily the New Year with joy, peace & love

    ResponderExcluir
  19. Finally....Loved what you created! Layout was just brilliant. Keep up the good work. Wish you best.

    ResponderExcluir
  20. the moonlight imagery is beautiful.

    Glad to see you share.

    ResponderExcluir
  21. ola amigo Nelson, estou passeandopor aqui e lhe parabelizando pelo blog. Bem completo e interativo...

    ResponderExcluir
  22. Sempre adorei esta poesia, desde meu colegial. Hoje muitos e muitos anos depois consegui captar 100% do poema com sua análise. Parabéns a você e todos os professores de literatura, em especial ao meu prof Célio que nos fazia em cada aula se apaixonar por esta arte.

    ResponderExcluir
  23. Sua análise ajudou-me muitíssimo na realização de exercícios escolares. Obrigada. :)

    ResponderExcluir
  24. Minhas amigas e eu fizemos um vídeo/análise de Ismália. Se puderem passem lá para dar uma olhada. Espero que gostem.
    http://www.youtube.com/watch?v=5RrK0jOBa1w&feature=plcp

    ResponderExcluir